Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P.
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ReFaS

O grupo dos Recursos Faunísticos Silvestres (ReFaS) consiste num agrupamento de especialistas do INIAV que desenvolvem atividades técnico-científicas orientadas para espécies animais selvagens, visando o conhecimento da ecologia, biologia, conservação, produtividade e técnicas de maneio para apoiar o planeamento e a gestão multifuncional de áreas agrícolas e florestais numa ótica de sustentabilidade.
Este grupo tem particular experiência em abelhas (produção de mel), em espécies cinegéticas (cervídeos, javali), em peixes de água-doce (lampreia, barbo, boga, achigã) e pesca em águas interiores, em aves e nas suas comunidades (Passeriformes e aves de rapina), bem como em outros vertebrados selvagens.

    Salientam-se como grandes linhas de ação do grupo:
  • A caracterização e monitorização de populações e comunidades de vertebrados e invertebrados terrestres e aquáticos de ecossistemas agroflorestais.
  • A contribuição para a definição de indicadores de biodiversidade e monitorização da qualidade ambiental;
  • A gestão florestal sustentável numa perspetiva integrada e de multifuncionalidade dos recursos animais selvagens;
  • A valorização económica, ambiental e social dos recursos florestais não lenhosos;
  • A gestão integrada de espaços agroflorestais na perspetiva da valorização e promoção da biodiversidade e dos serviços do ecossistema.

O grupo ReFaS elabora estudos e projetos de investigação, colabora com instituições do sistema científico e tecnológico nacionais e internacionais, tendo também como missão a participação em ações de formação profissional e académica (aulas, orientação de teses de licenciatura e de mestrado), participação em grupos de trabalho nacionais e internacionais, emissão de pareceres e a realização de análises laboratoriais por solicitação de entidades públicas e privadas. Os resultados da atividade deste grupo são divulgados sob a forma de publicações científicas e manuais técnicos, palestras e outras ações de divulgação.

Inês Portugal

Engenheira Silvicultora, MSc

    Domínio de especialização:
  • Ecologia aquática e hidrobiologia
  • Gestão e ordenamento dos recursos piscícolas de águas interiores, numa perspetiva integrada e de sustentabilidade
  • Conservação e ambiente.
    Áreas de investigação:
  • Estudo da ecologia e biologia de comunidades, populações e espécies de vertebrados aquáticos, em especial peixes
  • Dinâmica de populações
  • Reprodução controlada
  • Impacte de espécies exóticas.

Email: ines.portugal@iniav.pt

Joana Godinho

Engenheira Agrónoma, MSc

    Domínio de especialização:
  • Proteção das culturas
  • Apicultura
  • Apidologia.
    Áreas de investigação:
  • Flora apícola
  • Polinização dirigida com abelhas domésticas
  • Melissopalinologia
  • Gestão integrada de apiários em espaços agroflorestais
  • Tipificação de mel e pólen.

Email: joana.godinho@iniav.pt

Nuno Onofre

Engenheiro Silvicultor

    Domínio de especialização:
  • Zoologia, ecologia e biodiversidade florestal e agro-florestal
  • Ecologia de aves de rapina.
    Áreas de investigação:
  • Ecologia e utilização de habitat de aves de rapina agroflorestais
  • Bioindicadores em áreas florestais
  • Reprodução controlada
  • Ecologia e ordenamento de comunidades de vertebrados florestais e agroflorestais.

Email: nuno.onofre@iniav.pt

Ricardo Paiva

Engenheiro Agrónomo

    Domínio de especialização:
  • Ecologia e gestão de recursos naturais
  • Gestão de espaços florestais.
    Áreas de investigação:
  • Espécies da fauna cinegética
  • Gestão e conservação de habitats.

Email: ricardo.paiva@iniav.pt

vertebrados aquáticos

Estudo da ecologia, biologia e demografia de comunidades, populações e espécies de vertebrados aquáticos, especialmente peixes, tendo em vista a gestão e ordenamento dos recursos piscícolas de águas interiores (albufeiras e cursos de água), numa perspetiva integrada e de sustentabilidade.

O progressivo esgotamento dos stocks piscícolas oceânicos abre cada vez mais oportunidades à aposta na aquicultura e na pesca em águas interiores. Além disso, em Portugal, não obstante o peso que o consumo de peixe representa tradicionalmente na dieta dos portugueses, bem como a importância social, regional e local da pesca, este setor adquire pouca expressão quando se analisam dados macroeconómicos nacionais. A pressão, direta ou indireta, exercida nos recursos piscícolas será, contudo, sempre elevada, tornando-se por isso essencial estudar, planear e promover uma gestão sustentada destes recursos, tendo em conta os múltiplos interesses envolvidos.

Tentando também ir de encontro às preferências manifestadas pelos pescadores, profissionais ou desportivos, ou ao valor patrimonial das diferentes espécies ictiológicas que habitam as águas interiores de Portugal, tem ainda sido desenvolvidos estudos de reprodução controlada de algumas espécies, tais como o endemismo nacional Achondrostoma oligolepis (Ruivaco), o endemismo ibérico Luciobarbus bocagei (Barbo-comum), ou a migradora Petromyzon marinus (Lampreia-marinha). A Australoheros facetus (Chanchito), por se tratar de uma espécie exótica invasora, tem merecido também especial atenção nesta fase do seu ciclo biológico, em cativeiro.

Apicultura e Apidologia

A apicultura assume na atualidade um papel crescente nas politicas de desenvolvimento rural dada a evolução no número de novos apicultores, mais de 17 mil, muitos jovens, e particularmente o aumento do número de colónias (mais de meio milhão). O Valor da PB total cresceu no último triénio 44%, de 27.036.225 euros para 49.063.454 euros, que corresponde a 2% do VPB da produção animal no nosso país (GPP, 2013). A apicultura é uma atividade que atravessa horizontalmente a silvicultura, horticultura, agricultura, pecuária, entre outros. De igual modo a polinização é um serviço do ecossistema prestado essencialmente pelas abelhas melíferas duma forma intensiva. Nos sistemas agroflorestais intensivos desenvolveu-se uma dependência crucial deste serviço por parte das abelhas. A apicultura é diversa e varia muito de região para região. As variáveis bioclimáticas e a própria subespécie da abelha melífera ibérica (Apis mellifera iberiensis) transformam a apicultura nacional numa atividade peculiar que requer forte investimento de ID&T.

Área científica consagrada ao estudo de flora apícola, da polinização dirigida com abelhas domésticas (Apis mellífera iberiensis), gestão integrada de apiários em espaços agroflorestais, melissopalinologia, e tipificação de mel e pólen. Dedica-se também ao desenvolvimento de alternativas para o combate à Varroose (Varroa destructor), no âmbito da proteção integrada e controlo da Loque Americana (Paenibacillus larvae) e da Vespa-asiática (Vespa velutina), incluindo a realização de testes de avaliação biológica de produtos homologados e não homologados, para a luta contra os inimigos das abelhas e a colaboração com empresas que comercializam medicamentos para abelhas. Outra das componentes fortes desenvolvidas, com grande tradição no INIAV e no Apiário Experimental, passa pelas ações de demonstração e formação dirigidas a apicultores, técnicos e a estudantes universitários (aulas; orientação de teses de licenciatura e mestrado), a que se associa a emissão regular de pareceres a entidades públicas e privadas, a participação em grupos de trabalho nacionais, a divulgação e a publicação dos resultados e do conhecimento adquirido.

Ecologia de aves e outros vertebrados terrestres

Estudo das aves terrestres e a sua relação com os meios florestais e agrícolas. A utilização deste grupo de vertebrados justifica-se pelo facto de elas serem mais visíveis, mais fáceis de detetar, de contar ou estudar, sendo por isso bons indicadores sobre a estrutura e qualidade dos habitats. Por seu turno, as aves de rapina, por se tratarem de predadores de topo, têm a vantagem adicional de refletir o estado das cadeias tróficas ou a poluição química ambiental e, daí, a qualidade dos ecossistemas e das paisagens. As pequenas aves (passeriformes, pica-paus, etc.), por seu turno, refletem a complexidade e estratificação da vegetação de bosques, matas e campos agrícolas, ao mesmo tempo que desempenham um papel importante na dispersão de sementes e no consumo de insetos, muitos deles prejudiciais à agricultura quando em excesso ou formando praga.

Os estudos e projetos desenvolvidos compreendem a inventariação e recenseamento das populações e comunidades de aves em meios florestais e agrícolas e concomitante avaliação e quantificação de variáveis caracterizadoras do habitat, procurando estabelecer relações entre estas últimas e as aves; identificação de espécies, de parâmetros de riqueza e abundância de comunidades como bioindicadores da qualidade dos habitats e das paisagens agroflorestais, bem como dos efeitos das práticas agrícolas e florestais e da diversidade biológica que contêm; estudos de ecologia trófica e de utilização de habitat.

Fauna cinegética

Estudo das espécies cinegéticas e sua relação ecológica e social com o meio agro-florestal.

A caça, para além de um recurso económico assinalável, assume-se hoje como uma importante ferramenta no apoio à gestão das populações animais e respetivos habitats.

O aumento das populações de caça maior que se tem verificado nos últimos anos, não só em Portugal mas em toda a Europa, tem provocado enormes prejuízos nas atividades agrícolas e florestais. Gerir com eficiência as populações animais é hoje um grande desafio que se coloca a investigadores, proprietários e conservacionistas, aos quais cabe a elaboração de planos de gestão e exploração das espécies cinegéticas. Estes planos devem visar a exploração racional dos recursos, o equilíbrio dos habitats e a promoção da biodiversidade, devendo ainda acautelar os eventuais prejuízos na agricultura e floresta bem como as questões de saúde pública.

Os estudos realizados decorrem em grande parte das preocupações dos empresários agrícolas e florestais, associações de produtores e associações de caçadores em que as atenções devem dirigir-se para:

  1. Avaliação do impacto da fauna cinegética na regeneração natural das árvores e na proteção das plantações florestais;
  2. Estudo e avaliação de metodologias de proteção da regeneração natural, de plantações jovens e de culturas agrícolas;
  3. Abordagem às questões de controlo sanitário de forma a minorar riscos para a saúde pública;
  4. Realização de censos para caracterização das populações e definição de densidades sustentáveis, bem como ao apoio à execução dos planos de gestão, monitorização e validação das medidas implementadas;
  5. Execução de pareceres e implementação de ações de formação profissional, demonstração e de divulgação.

Laboratório de apoio aos trabalhos de campo realizados no âmbito das atividades de I&D e de prestação de serviços do grupo de Recursos Faunísticos Selvagens.

LABORATÓRIO DE ECOLOGIA ANIMAL

No LEA realizam-se:

  • Ensaios de reprodução em cativeiro
  • Identificação de espécies da fauna
  • Análises polínicas e apicultura
  • Preparação de amostras sanitárias da fauna cinegética
  • Identificação de itens de dieta de espécies selvagens
  • Identificação de penas, pelos, escamas e ossos
  • Preparação de coleções de referência

Para dar apoio a:

  • Estudos de gestão e ordenamento piscícola
  • Ictiologia e reprodução controlada
  • Impacte da introdução de exóticas
  • Impacte de parasitas na saúde pública e animal
  • Minimização de riscos para a saúde pública
  • Minimização dos impactes da fauna cinegética em espaços agroflorestais
  • Ecologia trófica de vertebrados (aves, mamíferos e peixes)
  • Censos de populações de espécies selvagens
  • Gestão de habitats, biodiversidade e contaminação ambiental
  • Relações entre fauna selvagem e habitat
  • Investigação de interesse forense
  • Estudo da flora apícola
  • Gestão integrada de apiários
  • Polinização dirigida
  • Melissopalinologia

CONTACTOS:
Av. da República, Quinta do Marquês - Edifício Florestal, Piso 2
2780-157 Oeiras
Tel: (+351) 214 463 760/61

O Apiário Experimental é a única estrutura nacional do Ministério da Agricultura e do Mar que tem como funções a investigação e desenvolvimento experimental e tecnológico em apicultura.

APIÁRIO EXPERIMENTAL

Foi criado em 1931 através do Decreto nº20417 de 21 de Outubro, e depois de permanecer adstrito por longo período à Direção Geral de Florestas, foi cedido ao INIA-ER em 20 de Agosto de 1984. Atualmente está integrado no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) e na Unidade Estratégica de Investigação e Serviços de Sistemas Agrários e Sistemas Florestais e de Sanidade Vegetal (UEISSAFSV), ao qual pertence o grupo ReFaS.

O Apiário Experimental é constituído por um conjunto de três edifícios, um apiário experimental e um espaço florestal envolvente de cerca de 2ha, incluídos na Tapada da Ajuda.

Em concreto, no Apiário Experimental desenvolvem-se:

  • Ações de demonstração e formação dirigidas a apicultores e técnicos;
  • Ações de formação a estudantes universitários (aulas; orientação de teses de licenciatura e mestrado);
  • Emissão regular de pareceres a entidades públicas e privadas;
  • Participação em grupos de trabalho nacionais;
  • Ações de divulgação e a publicação dos resultados e do conhecimento adquirido;
  • Produção de mel, própolis e outros produtos apícolas, sendo o primeiro comercializado pelo INIAV.

Aquisição de Mel

CONTACTOS:
Tapada da Ajuda
1300-596 Lisboa
Tel: (+351) 211 125 547

  • 2014-2015 – “COST FP1203, European Non-Wood Forest Products (NWFPs) Network. Your expertise on the important NWFP which is honey is very important for the work being carried out by Working Group 4. This Working Group focuses on NWFPs from animal origin (e. g. honey).
  • 2011-2015 – “Gestão Sanitária dos Povoamentos Florestais da Península de Tróia. Componente: Ensaios de Controlo das Populações de Mosquitos em Tróia”. Protocolo de Colaboração Científica INRB, I.P./TróiaResort - Investimentos Turísticos, S.A.
  • 2010-2015 – "Estudo palinológico aplicado ao comportamento de recoleção da abelha domestica e aos produtos apícolas, mel e pólen".
  • 2013-2015 – “Definição de perfis sensoriais de mel”.
  • 2010-2015 – “Busca de alternativas para o combate à Varroose (Varroa destructor [Anderson e Trueman, 2000]) no âmbito da proteção integrada”.
  • 2010-2015 – “Implementação de testes de avaliação biológica de produtos homologados e não homologados, para o tratamento dos inimigos das abelhas. Colaboração com empresas que comercializam os medicamentos para as abelhas”.
  • 2010-2015 – ”Estudos de flora apícola”.
  • 2010-2015 – ”Desenvolvimento do “Apiário do Posto Apícola” sustentação de todas as ações de investigação, formação e sobretudo demonstração e extensão no âmbito da apicultura. O esforço na sua manutenção é essencial às metodologias de aprendizagem no contexto de trabalho, ou seja “aprender fazendo”.
  • 2014- “A guilda das aves de presa como indicadora da alteração do uso do solo e da qualidade do ecossistema no Campo Branco – 20 anos depois”.
  • 2014- “Ecologia e genética de duas populações distintas e simpátricas de Águia-cobreira (Circaetus gallicus) no Campo Branco”.
  • 2012- “Estudo da colonização do sul de Portugal pelo bútio-mouro Buteo rufinus cirtensis e esclarecimento do estatuto taxonómico do taxon “cirtensis”.
  • 2015- “FARMOMEL - Identificação de compostos presentes no mel, com elevada atividade biológica e farmacêutica (antibacteriana, antifúngica e antiviral”. Coordenação científica: José Matos (INIAV); Coordenação Financeira: Luís Pinto Andrade (CATAA).Parceiros: CATAA; INIAV; IBET e IPCA. Financiamento: Câmara Municipal de Castelo Branco.
  • 2005-2007 – “Ensaios de Reprodução Controlada da Lampreia Marinha (Petromyzon marinus Linaeus) e de Desova Induzida do Barbo do Norte (Barbus bocagei Steind.) em cativeiro”. PIDDAC 204.
  • 2003-2004 – “Demonstração da Monitorização de Indicadores de Sustentabilidade na Mata Nacional de Leiria”. AGRO 511.
  • 2002-2004 – “Impacte de repovoamentos piscícolas nas comunidades e ambientes receptores e na rentabilidade pesqueira de ecossistemas aquáticos continentais do sul de Portugal”. PIDDAC 233.
  • 1997-2000 – “Modelação de parâmetros indicadores de biodiversidade em áreas de pinhal bravo”. PRAXIS XXI 3/3.2/FLOR/2126/95.
  • 1999-2001 – “Estudo da biologia e ecologia do Bufo-real na área de regolfo de Alqueva+Pedrógão”. Programa de Minimização para o Património Natural. Estudos de Biologia e de Ecologia de Animais (Área de regolfo de Alqueva + Pedrógão)”. EDIA.
  • 1997-2000 – ”Ensaio metodológico para a identificação e monitorização de indicadores de biodiversidade em montados de sobro e azinho ao nível da unidade de gestão”. PAMAF 8151.
  • 1997-1999 – “Metodologias para a produção controlada de espécies Piscícolas do Centro e Sul do País em Diferentes Regimes de Intensidade”. PAMAF 8166.
  • 1997-1999 – “Monitorização da Biodiversidade das Florestas”. Medida 4 (Organização e divulgação). Acção 4 (Estudos estratégicos), nº 97095552.2.
  • 1990-1993 – "Constituição de uma base dados para a modelação da exploração em uso-múltiplo de áreas degradadas". PIDR Entre Mira e Guadiana.
  • 1992-1994 – “Bases para o ordenamento do habitat para a conservação das aves de rapina florestais”. PEAM/C/CNT/4/91.
  • 1987-1990 – “Gestão e Ordenamento Piscícola das Massas de Água Interiores. Caso Particular da Albufeira de Pego do Altar”. PIDDAC 211.
  • Godinho, J., Branco, M. & Godinho-Ferreira, P. (2014). Relevância da floresta portuguesa para as abelhas. In Atas do III Congresso Ibérico de Apicultura. p. 98. 13-15 de Abril de 2014, Mirandela. Instituto Politécnico de Bragança. Escola Superior Agrária.
  • Godinho, J. & Branco, M. (2013). 5.4. Apicultura/Mel. In Livro Verde dos Montados. (Pinto-Correia, T., Ribeiro, N. & Potes, J. [coords.]). Pp. 34-35. ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas.
  • Godinho, S. & Onofre, N. (2013). Mortalidade de vertebrados terrestres no Canal do Vale da Ribeira de Seda (Cabeção – Alto Alentejo – Portugal). Silva Lusitana, 21: 21-42.
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  • Gaspar, N., Godinho, J., Vasconcelos, T., Caldas, D., Mendes, P. & Barros, O. (2012). Ethnobonaty in the Center of Portugal (Santarém). In Gestão e Conservação da Flora e Vegetação de Portugal e da África Lusófona – “In Honorium” do Professor Catedrático Emérito Ilídio Rosário dos Santos Moreira (Monteiro, A., Gomes da Silva, F. e Jorge, R. ([eds.]) . Pp. 334-341. ISA Press, Lisboa.
  • Godinho, J. (2011) - Vinhos de Portugal 2011 - Concurso Nacional de Vinho. MSG da Directora. Pp. 156-158. LusoImpress, 1ª edição, Junho.
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  • Bragança, H., S. Simões, S., Onofre, N., Tenreiro, R. & Rigling, D. (2007). Cryphonectria parasitica in Portugal: diversity of vegetative compatibility types, mating types, and occurrence of hypovirulence. Forest Pathology, 37: 391 – 402.
  • Onofre, N. (2007). Capítulo 7. Os impactes do eucaliptal na fauna selvagem. In O Eucaliptal em Portugal. Impactes ambientais e investigação científica (Monteiro Alves, A. et al. [eds.]). Pp. 209-253. ISA Press. Lisboa.
  • Onofre, N. (2007). Capítulo II.2. A fauna dos montados de azinho. In Os MONTADOS. Muito para além das árvores Sande Silva, J. [coord. ed.]). Pp. 131-159. Colecção “Árvores e Florestas de Portugal, Nº 03. Fundação Luso-Americana, Jornal Público, Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Lisboa.
  • Almeida, J. (coord.), Catry, P., Encarnação, V., Franco, C., Granadeiro, J.P., Lopes, R., Moreira, F., Oliveira, P. Onofre, N., Pacheco, C., Pinto, M., Pitta Groz. M.J., Ramos, J. & Silva, L. (2005). Aves (espécie). In Livro Vermelho de Vertebrados dos Vertebrados de Portugal (Cabral, M.J., Almeida, J., Almeida, P.R., Dellinger, T., Ferrand d’Almeida, N., Oliveira, M.E., Palmeirim, J.M., Queiroz, A.L., Rogado, L. & Santos-Reis, M. [eds.]). Pp. 143-428. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa.
  • Ferreira, M.T., Lopes, L., Portugal e Castro, M.I. & Godinho, F. (2001). Avaliação da Eficácia do Controle da Passagem de peixes entre as Bacias do Douro e do Tejo pela Pressão estabelecida no Circuito Hidráulico Sabugal-Meimoa. Relatório Final apresentado ao Instituto de Hidráulica, de Engenharia Rural e Ambiente. Lisboa. 13 pp.
  • Garcia de Jalón, D., Portugal e Castro, M.I. & Culebras, E.B. (1988). Variacíon Temporal y espacial de la población truchera en el Rio Gallego. Actas do Colóquio Luso-Espanhol sobre Ecologia das Bacias Hidrográficas e Recursos Zoológicos. Pp. 171-177. Porto, Portugal.
  • Godinho, F.; Ferreira, M.T. e Portugal e Castro, M.I. (1998). Fish assemblage composition in relation to environmental gradients in portuguese reservoirs. Aquatic Living Resources, 11: 325-334.
  • Portugal e Castro, M.I. (1997). Integrated management plan for Pego do Altar reservoir. A requirement for sustainable fisheries development. Silva Lusitana, 5: 1-27.
  • Portugal e Castro, M.I. (1996). A survey on the status of Pego do Altar Reservoir: a Tool for its effective management. Silva Lusitana, 4: 137-169.
  • Palma, L., Onofre, N. & Pombal, E. (1999). Revised distribution and status of diurnal birds of prey in Portugal. Avocetta, 23: 3-18.
  • Borralho, R., Rego, F. & Onofre, N. (1993). Raptors and game: The assessment of a net predation rate. Gibier Faune Sauvage, 10: 115-163.

Morada:

Grupo ReFaS - Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária I.P.
Unidade Estratégica de Investigação e Serviços de Sistemas Agrários e Florestais e Sanidade Vegetal.
Av. da República, Quinta do Marquês, Edifício Florestal. 2780-159 Oeiras - Portugal
Telefones:
21 446 37 60/61 (Campus de Oeiras); 21 112 55 47 (Apiário Experimental – Tapada da Ajuda)

 

 




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